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Diabetes na Gravidez Causa O que é Tratamento

Você espera um filho. É magra, não tem pais, irmãos nem avós diabéticos, tampouco exagera no consumo de alimentos açucarados. Então, o diabetes gestacional está longe da sua realidade, certo? Não é bem assim. Saiba que até o sexo do bebê pode representar um risco maior de descompasso nas taxas de glicose. É o que sugere um novo estudo da Universidade de Toronto (Canadá), que envolveu mais de 600 mil mulheres e associou a gravidez de meninos a um aumento na probabilidade de desenvolver o problema. O que acontece é que as alterações metabólicas típicas da gravidez reduzem a ação da insulina – hormônio envolvido no aproveitamento do açúcar como energia. Em um mecanismo de compensação, o pâncreas deve incrementar a liberação dessa substância. Quando isso não acontece, sobra açúcar em circulação e o diabetes gestacional se instala. “Há também evidências de que as células pancreáticas atuam de forma menos eficiente no organismo de quem espera um menino”

Causas: Não se sabem ao certo por que o diabetes gestacional se desenvolve. Sabe-se que o diabetes normal acontece quando pâncreas não é capaz de produzir o hormônio insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou porque este hormônio não é capaz de agir de maneira adequada (resistência à insulina). Seu corpo digere o alimento que você come para produzir açúcar (glicose) que entra em sua corrente sanguínea. A insulina promove a redução da glicemia ao permitir que o açúcar que está presente no sangue possa penetrar dentro das células, para ser utilizado como fonte de energia. Portanto, se houver falta desse hormônio, ou mesmo se ele não agir corretamente, haverá aumento de glicose no sangue e, consequentemente, o diabetes. Durante a gravidez, a placenta, que liga o seu bebê para seu suprimento de sangue, produz altos níveis de vários hormônios. Quase todos eles prejudicam a ação da insulina nas células, aumentando o nível de açúcar no sangue. Dessa forma, uma elevação modesta de açúcar no sangue após as refeições é normal durante a gravidez. Conforme seu bebê cresce, a placenta produz mais e mais hormônios que atuam no bloqueio de insulina. No diabetes gestacional, os hormônios placentários provocam um aumento do açúcar no sangue em um nível que pode afetar o crescimento e o bem-estar do bebê. O diabetes gestacional geralmente se desenvolve durante a segunda metade da gravidez.gestacional

Sintomas da diabetes gestacional: Os sintomas da diabetes gestacional não são muito facilmente percebidos pela gestante porque são alterações comuns da gravidez:

  • Muita fome;
  • Muita sede;
  • Ganho de peso exagerado na mulher ou no bebê;
  • Aumento da vontade de urinar;
  • Cansaço extremo;
  • Inchaço nas pernas e nos pés;
  • Visão turva;
  • Pode haver candidíase frequente ou cistite.

Como estes sintomas são comuns na gravidez o médico deve solicitar o exame da glicose pelo menos 3 vezes durante a gestação, geralmente o primeiro exame é feito às 20 semanas. Para o diagnóstico o médico obstetra pode solicitar exames como:

  • Glicemia de jejum, que não deve ultrapassar 85 mg/dl na gestante, e
  • Exame da curva glicêmica a partir das 22 semanas de gestação.
  • No caso de se identificar a doença, a grávida é submetida ao controle glicêmico em intervalos curtos e regulares. Veja como é feito o teste em: Exame para diabetes gestacional.

Dieta para diabetes gestacional: Na dieta para diabetes gestacional é aconselhado comer alimentos com baixo índice glicêmico, como frutas com casca, e diminuir a quantidade de açúcar e carboidratos da alimentação. Assim, a grávida não pode comer doces, frituras, refrigerante, sucos industrializados, manteiga e chocolate,

FATORES QUE CONTRIBUEM PARA O DIABETES GESTACIONAL: Não só o gênero da criança, mas uma série de fatores favorece a ocorrência desse quadro. Os mais conhecidos são a herança genética, o sedentarismo, a alimentação inadequada, a obesidade e o ganho exagerado de peso ao longo dos nove meses. Mas outros aspectos não tão óbvios também colaboram como surgimento do problema. A idade avançada está entre os principais. “Existem indícios de que, a partir dos 25 anos, as mulheres ficam cada vez mais propensas a apresentar a disfunção. Gravidez de gêmeos, hipertensão, síndrome dos ovários policísticos, uso de certos medicamentos, como os do grupo dos corticoides, e parto anterior de bebê muito grande, com mais de quatro quilos, também fazem soar o sinal de alerta para a doença”. Com tantos pontos de vulnerabilidade, não é à toa que o problema chega a acometer até 14% das gestantes, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, deixando-as à mercê de uma série de complicações – infecção urinária, pré-eclâmpsia, necessidade de cesárea e parto prematuro. Sem falar nos riscos para o bebê, que incluem fratura ao nascer, devido ao grande tamanho, desconforto respiratório e hipoglicemia.

A POLÊMICA DO AÇÚCAR: Dificilmente, o descontrole na taxa de glicose provoca sintomas, como sede excessiva e mal-estar. Se ele não dá sinais, a melhor estratégia para detectá-lo é fazer um rastreamento. Por isso, é comum que, logo no início do pré-natal, a gestante seja submetida a um teste de glicemia de jejum, realizado a partir de uma amostra de sangue para mensurar seus níveis de açúcar. Se o resultado for superior a 126, considera-se que já era previamente diabética e ela passa a ter um acompanhamento ajustado a essa condição. Nesse caso, a conduta é substituir medicamentos antidiabéticos, como a metformina, por insulina sintética. Já quem estampa um número inferior a 92 no laudo médico não precisa, a princípio, se preocupar com o problema e só passará por uma reavaliação entre a 24ª e a 28ª semanas, período crítico da gravidez em que as alterações hormonais instigam a subida da taxa de açúcar. Nesse momento, será realizado o chamado teste oral de tolerância à glicose, que consiste na medição da glicemia em três momentos distintos: em jejum, uma e duas horas depois de a paciente beber um concentrado de glicose. É essa avaliação que serve como a prova dos nove para o veredito de diabetes gestacional. Entre esses dois extremos há a glicemia de jejum que marca de 92 a 125 e vem gerando controvérsia entre os especialistas do mundo todo. Alguns deles seguem um critério mais radical, em que os resultados dessa faixa – considerados normais ou limítrofes na população geral – nas grávidas levam a um diagnóstico de diabetes gestacional. “No primeiro trimestre, a produção de insulina cresce. Por isso, é esperado que a glicemia caia. Então, os limites tolerados são mais baixos”.  Entretanto, ela, assim como outros médicos, prefere seguir uma conduta mais conservadora, em que se aguarda o teste oral de tolerância à glicose sem fechar a sentença de diabetes gestacional. Enquanto isso, orienta-se uma mudança de hábitos, na tentativa de controlar a taxa de açúcar e prevenir complicações mais para frente.

O EXERCÍCIO COMPENSA: Mexer o corpo na gravidez pode representar um risco 28% menor de desenvolver diabetes gestacional, segundo uma revisão de estudos da Universidade de Massachusetts (EUA), envolvendo mais de 3 mil participantes. “Uma caminhada de 30 minutos, em intensidade moderada, pelo menos cinco vezes por semana, já é capaz de melhorar a ação da insulina”.

EM BUSCA DO EQUILÍBRIO: Seja qual for o parâmetro adotado, ninguém discute que não se deve esperar até o quinto mês para tomar as devidas precauções. “Uma glicemia entre 92 e 125 no primeiro trimestre é motivo suficiente para a adoção de dieta e exercícios, medidas capazes de controlar cerca de 70% dos casos de diabetes gestacional”. Embora não haja um consenso, alguns obstetras também propõem o uso doméstico de um glicosímetro, aparelho praticamente indolor, que informa rapidamente a glicemia a partir de uma gota de sangue. Nesse caso, o monitoramento é realizado algumas vezes ao dia, especialmente em jejum e após as principais refeições, e ajuda a nortear o tratamento. Mesmo com tantos cuidados, às vezes há risco de o açúcar ir às alturas no segundo trimestre. Aí, pode ser necessário apelar para a insulina sintética. Se for o seu caso, não desanime. “Com a doença sob controle, a expectativa é que a gravidez tenha uma boa evolução, com ótimas condições de saúde e um parto próspero para mãe e filho”. E, para que tudo continue bem, a ordem é manter o controle da glicemia com dieta e exercícios no pós-parto. Isso porque, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, de 10% a 63% das mulheres que tiveram diabetes gestacional correm risco de se tornarem diabéticas nos 16 anos subsequentes. É melhor cuidar!

Dieta rica em fibra: Um dos Remédios Caseiros Para Diabetes Gestacional, mais comuns para o tratamento da diabetes é aumentar sua ingestão de fibra. A fibra pode estimular a atividade de receptores de insulina e pode também inibir a libertação de excesso de insulina para a corrente sanguínea, ajudando a equilibrar os níveis e impedir o aparecimento de diabetes. A fibra deve fazer parte de sua dieta na gravidez de qualquer maneira, devido aos seus efeitos digestivos e cardiovasculares, mas a sua relação específica com receptores de insulina faz com que seja crucial. A linhaça e outras formas de fibra são facilmente encontrados em mercados de todo o mundo. Os cereais integrais são algumas das melhores fontes de fibras alimentares que irão melhorar suas chances de evitar o diabetes gestacional.

Vitamina D: Embora esta não seja uma vitamina que recebe tanta atenção como as outras, é crucial para uma série de processos em nosso corpo, incluindo a absorção eficiente de vitaminas e nutrientes chaves, incluindo cálcio, ferro, magnésio e fosfato. Ao maximizar a absorção de nutrientes dos seus alimentos ricos em vitamina D, tais como salmão, cogumelos ou tofu, você pode garantir que sua ingestão de nutrientes seja eficaz e constante durante todo o dia. A vitamina D também ajuda a estimular o crescimento de bactérias benéficas no intestino, o que é essencial para uma gravidez saudável e uma vitamina que e usada como Remédios Caseiros Para Diabetes Gestacional.

Vitamina C: Ao contrário da vitamina D, a vitamina C recebe muita atenção de profissionais médicos e público em geral. No entanto, isso não significa que as mulheres grávidas obtenham a quantidade suficiente, mas devem, pois a deficiência de vitamina C foi diretamente ligada à diabetes gestacional. Uma pesquisa mostrou que em mulheres com diabetes gestacional que aumentaram a sua ingestão de vitamina C eram muito menos propensos a experimentar sintomas graves e teve uma chance menor de desenvolver diabetes tipo 2 mais tarde na vida.

Astrágalos: Uma pesquisa sobre ervas que server como Remédios Caseiros Para Diabetes Gestacional está em curso, mas o astrágalo pode ter sido demonstrado que têm os efeitos mais fortes. Esta pesquisa revelou que as mulheres que têm astrágalo, juntamente com seus tratamentos tradicionais para esta forma de diabetes, demonstram significativamente um melhor controle de açúcar no sangue e tem sintomas muito mais suaves da diabetes gestacional. No entanto, devido ao fato de que as ervas podem ter efeitos colaterais complexos, é importante falar com um profissional médico antes de adicionar qualquer erva à sua dieta regular, particularmente durante o período delicado da gravidez.

Proteína: Uma das funções importantes da proteína na nossa dieta é nos ajudar a quebrar carboidratos em moléculas mais manejáveis e úteis. Portanto, se você está seguindo a recomendação de comer um número de pequenas refeições ao longo do dia, em seguida, tente sempre emparelhar carboidratos com uma proteína. Isso irá facilitar o processo digestivo e regular o seu metabolismo para só liberar ou utilizar as quantidades necessárias de insulina. A proteína é também essencial para o crescimento e desenvolvimento, o que é crítico quando você está crescendo outra pessoa dentro de você!

Alimentos com Carboidratos: É importante lembrar que nem todos os carboidratos são criados iguais. Os carboidratos complexos quebram-se em formas mais valiosas de açúcar que são mais difíceis de digerir e têm menos impacto sobre as flutuações de insulina em seu corpo. Portanto, se você estiver grávida ou já desenvolveu a diabetes gestacional, eliminar os carboidratos simples poderá ajudar a prevenir ou tratar a doença. Arrume suas próprias refeições e não se esqueça de incluir a abundância de vegetais e frutas frescas, lentilhas , aveia, quinoa, leite, quiabo, cenoura, ervilha e alimentos semelhantes. Evite pão, especialmente pão branco.

Dieta sem açúcar: a diabetes é mais comumente associado com uma dieta açucaradas e obesidade, pois esta doença se relaciona diretamente aos receptores de insulina. Portanto, uma maneira infalível para se proteger da diabetes gestacional é eliminar o açúcar de sua dieta inteiramente. Há uma abundância de alternativas quando você está vivendo em um mundo livre de açúcar, incluindo coisas como erva doce e néctar de agave, sendo que ambos são adoçantes naturais com açúcares muito mais complexos que o corpo necessita, em vez de açúcares simples que irá exacerbar ou causar diabetes gestacional, Uma palavra final de Aviso: Embora os sintomas da diabetes gestacional são geralmente leves, ainda é importante falar com seu médico sobre quaisquer preocupações que possa ter em relação ao comportamento do seu corpo. A saúde do seu filho vai ser sempre a sua prioridade e suas escolhas durante a gravidez pode ter efeitos graves, a longo prazo sobre o seu novo filho. O tratamento acima deve ser implementado e considerado só depois que falar com um médico.

Divida as Refeições: Comer muito de uma só vez elevará rapidamente os níveis de açúcar no seu sangue. Para evitar que isso ocorra, ao invés de comer muito no café-da-manhã, almoço e jantar, experimente dividir sua alimentação em três refeições principais e dois lanches menores. Tome cuidado para não continuar comendo como antes e simplesmente acrescentar mais duas refeições. Diminua as porções das grandes refeições e complemente o total diário de calorias com as refeições menores.

Consuma frutas com moderação: As frutas são excelentes para a saúde e oferecem inúmeros nutrientes para o bebê, mas devido ao seu alto conteúdo de açúcar, devem ser consumidas com moderação. Prefira as frutas com baixo índice glicêmico, que não causarão grandes alterações nos níveis de glicose. Opções como pera, cereja, figo, tangerina, goiaba, abacate, pêssego, damasco e maçã possuem menores teores de açúcar e devem fazer parte da sua dieta para diabetes gestacional.

Consuma carboidratos com proteínas: Uma dieta para diabetes gestacional deve incluir em todas as refeições uma combinação de proteínas e carboidratos complexos, ricos em fibras. Quando consumidos em conjunto, as proteínas tornam mais lenta a absorção dos carboidratos. E como já vimos, carboidratos lentamente absorvidos não causam um grande aumento nos níveis de glicose sanguínea. Para incluir mais proteínas na sua alimentação, troque a geleia das torradas por um patê de ricota com cheiro verde, ou ainda por uma pasta de grão-de-bico.

Limite o consumo de suco de frutas:  As frutas possuem muito açúcar, mas a natureza se encarregou de que elas tivessem também muitas fibras. Quando se consome uma fruta inteira, suas fibras tornam a digestão mais lenta, impedindo um grande aumento de açúcar no sangue. O suco, no entanto, praticamente só contém o açúcar da fruta. Além disso, no caso da laranja, são necessárias de 4 a 5 unidades para fazer um único copo de suco. Você provavelmente ficaria satisfeita com uma unidade da fruta, mas acaba consumindo muito mais que isso sem perceber. E já que o açúcar altera os níveis de glicose, após um copo de suco você provavelmente sentirá fome, mesmo que tenha acabado de comer. Portanto, escolha sempre que possível a fruta inteira, e evite a todo custo os sucos “naturais” de caixinha dos supermercados. Além de conservantes, são cheios de açúcar adicionados, e muitos sequer possuem uma quantidade razoável do suco natural da fruta.

Não pule o café da manhã: Devido a variações que ocorrem normalmente nos níveis hormonais, pode ser um pouco mais difícil controlar os níveis de açúcar no sangue assim que você acorda. Aposte em um café-da-manhã que inclua carboidratos complexos, como o pão integral ou a batata doce, por exemplo, para ajudá-la a estabilizar a glicose. As proteínas são fundamentais em qualquer fase da vida, mais ainda mais na gravidez, quando um novo ser está se formando. Inclua opções como patê de atum light, ricota, cottage, leite desnatado ou peito de peru na sua primeira refeição.

Opte pelas gorduras boas: As gorduras não devem ser eliminadas em uma dieta para diabetes gestacional. Além de serem importantes para a formação do bebê, contribuem para a saúde cardiovascular da gestante e ajudam a controlar o apetite. No entanto, deve-se reduzir ao máximo o consumo de gorduras saturadas, dando preferência a gorduras “do bem”, como o azeite, nozes, Ômega 3 (presente na linhaça e em peixes), e a gordura do abacate. E por falar em abacate, outro motivo para você consumir a fruta durante a gravidez: ele é fonte natural de ácido fólico, uma vitamina importante para prevenir a má formação do bebê. Coloque no seu cardápio laticínios light, frango sem pele e carnes magras. E obviamente evite ao máximo consumir frituras.

Consuma mais fibras: As fibras presentes nas verduras, legumes e cereais integrais tornam a digestão mais lenta, colaborando para manter estáveis os níveis de açúcar no sangue. Inclua verduras e legumes em todas as suas refeições, já que são ricos em vitaminas e minerais e também promovem maior saciedade. E as fibras também auxiliam no funcionamento intestinal. Durante a gravidez, muitas mulheres acabam sofrendo com prisão de ventre, devido a fatores como variações hormonais, aumento do útero, suplementação de ferro, entre outros. Para acabar com a constipação, consuma mais alimentos ricos em fibras, como os cereais integrais, verduras, legumes e frutas de baixo índice glicêmico. Tente incluir de 3 a 5 porções por dia no seu cardápio, sempre seguindo as orientações da nutricionista.gestacional-gestacional

Como evitar a diabetes gestacional: A diabetes gestacional nem sempre pode ser prevenida porque está relacionada as alterações hormonais típicas da gestação, no entanto, pode-se diminuir o risco de desenvolvimento da diabetes gestacional ao:

  • Estar no peso ideal antes de engravidar;
  • Fazer o pré-natal;
  • Aumentar de peso de forma lenta e gradual;
  • Alimentar-se de forma saudável e Praticar exercícios moderados.

A diabete gestacional pode surgir em gestantes com mais de 25 anos, obesas ou quando a gestante tem uma intolerância aos açúcares. Entretanto, também pode se desenvolver em mulheres mais novas ou com peso normal devido as alterações hormonais.

Dicas: A diabetes gestacional geralmente desaparece após o parto, e na maioria dos casos, não deixa sequelas, se tratada corretamente. – Por isso é importante informar rapidamente o seu médico se membros da família tiveram diabetes gestacional (fator hereditário) e se já deu a luz a uma criança com alto peso ao nascer (mais de 4 kg). É possível que se desenvolva durante a gravidez, a diabetes gestacional. Portanto, é primordial que o ginecologista peça a pesquisa para detecção precoce (antes da 24ª semana de gestação), de modo que as mulheres grávidas possam ser tratadas rapidamente. – Durante a gravidez, é importante controlar o seu peso através de dieta e atividade física, enquanto se diverte. A futura mãe deve garantir uma boa hidratação e distribuir bem as refeições e lanches. – Se o tratamento com insulina for realmente necessário, a gestante não deve se preocupar, porque este medicamento não atravessa a barreira placentária e, portanto, não terá efeito na criança. – É recomendado realizar regularmente o teste que mede a glicose no sangue, para ajustar a sua dieta e a dose de insulina a ser injetada.

 

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