Dicas de Saúde

Fobias e Medos 12 modo Enfrenta seu Problema

As fobias têm uma longa história. Considere este relato de fobia descrito por médico famoso. “A flautista o aterrorizava: ao ouvir a primeira nota da flauta num banquete, era tomado de pavor”. o medo da flauta é chamada aulo fobia, e o médico a descreve a condição era hipócrates. Ninguém gosta de ferrugem, exceto talvez os lanterneiros, mas há os que têm fobia á ferrugem (iofobia)

Os agorafóbicos dificilmente vão a lugar público. Receitam separar-se das pessoas e dos lugares seguros, alguns sequer saem de casa. Os claustrofóbicos, por outro lado, odeiam ficam confinados, enquanto os panfóbicos têm medo de tudo. “Apesar indique alguma coisa”, falam os psicólogos. Há tanta fobias quanto há diferentes pessoas. São classificadas em três tipos, as fobias simples, as fobias sociais e a agorafobia. As pessoas com fobia simples experimentam o terror de certo objeto, de certo lugar ou situação. Quem tem fobia social evita situação públicas, festa, por exemplo, por ter medo de que alguma atitude as embarrasse. Já os agorafobia são vítimas de um fenômeno complexo, que se baseia no medo de lugares estranhos. “Mas não se passa diretamente do receio ou do medo para a fobia”. É uma coisa que evolui. Em geral as pessoas que desenvolvem fobia apresentam-na em relação a área que não temiam antes.

Mas o que é fobia? No sentido clássico, a fobia é um medo do medo em si. ” A fobia é o medo dos próprios impulsos”. fala os médicos. É o medo de ser ter uma crise de pânico e de se perde o controle. Fundamentalmente é o medo do próprio eu e da perda de controle”. Os fóbicos sabem que são. Sempre reconhecem que seu medo não é apropriado para a situação. “Por exemplo, se você  estiver voando de avião sob uma tempestade, sentir medo é uma reação normal. No entanto, se o seu patrão lhe disser que você vai ter de fazer uma viagem de negócio dentro de algumas semanas e imediatamente você começar a se preocupar em ter um ataque de pânico a bordo do avião, o medo não é apropriado. A fobia é sempre irracional”.

Parece com alguma coisa que você já experimentou? Em caso afirmativo, danos alguns conselhos racionais para o comportamento irracional dos que vivem isso diariamente.

Pensamento negativo. Numa situação fóbica, a pessoa vivencia imagens aterrorizantes e pensamentos negativos, que desencadeiam os sintomas, explica os médicos. Você deve deixa ir o medo mais procura desviar os pensamentos negativos, em vez de pensar “aquele cachorro vai me morder”, pensar: “aquele cachorro está amarrado e não pode se soltar”. Uma ideia bem mais realista.

Enfrentando o medo. Ao evita impede-se situação nas quais se possa superá-lo, diz o médico. Por lado, o desejado controle pode ser conseguido através de um processo chamado tratamento por exposição, em que a pessoa se expõe ao objeto temido aos poucos e aprende que o que imagina e o que espera acontecer na realidade não acontece. Essa exposição gradual pode ajudar você a se acostumar com o medo. Digamos por exemplo, que se tenha fobia de aranha (aracnofobia). Nessa modalidade de tratamento, talvez se passa começar a enfrentar o medo, em geral na presença de outra pessoa, olhando para fotografias de aranhas, ao superar essa primeira fase, talvez se passar a observar aranhas mortas, em seguida aranhas vivas até chegar ao ponto de segura uma delas na mãos. Vai ainda sentir um pouco de medo, mas aprende pela exposição que as temidas coisas terríveis na realidade não acontecem.

Jogos mentais. “Ao perceber que o medo está para vir, procure se ocupar com coisa como contar regressivamente (diminuindo 3 a 1000, sucessivamente), ler um livro, falar em voz alta, respirar profunda e pausadamente”. Quando se faz alguma coisa administrável agora, você reduz o seu envolvimento com pensamento e imagens geradores de medo. O corpo se acalma e você mantêm o controle.

Medir o medo. Meça o seu medo numa escala de 0 a 10 sugere o especialista. Vai descobrir que a intensidade do medo não é constante. Ela oscila anote os pensamentos ou atividades que fazem aumentar ou diminuir. Ao saber que desencadeia, o que o aumenta e o que o diminui, estará a caminho de controlá-lo.

Em buscar do fim do arco-íris. Empregue pensamentos, fantasias e atividades que fazem você sentir-se bem, para afastar os pensamentos que o assustam. Por exemplo, pense mais a respeito da elevada probabilidade de um voo seguro e dos prazeres de se espreguiçar numa praia do Havaí, em vez de se concentra e reagir somente aos perigos de um voo.

Elogie-se. Ao conseguir desempenhar normalmente suas atividades, suportando um certo nível de medo, você já está diante de um grande conquista. Enfrentá-lo dessa forma, com exito, é muito mais realista e plausível do que tentar apagá-lo por completo.  Cada encontro que você supera em seu tratamento expositivo, deve ser considerado com uma vitória pessoal e pode fortalece sua autoconfiança em superar a situação.

Evitar a cafeína. “As pessoas com repetidas crise de pânico podem ser sensíveis á cafeina”, diz os especialista. A cafeína recria alguns dos sintomas durante as crises de pânico. Convém para tais pessoas omitir a cafeína dieta

Ao se aproxima a aeromoça com carrinho de bebidas, lembre-se que a cafeínas não se linha ao café. Também se encontra no chá e em certos refrigerantes, até no chocolates.

Queimado a adrenalina. “Com a crise de pânico você apresenta um excesso de adrenalina no organismo, e ao movimenta, você a elimina queima”. É um erro tentar ficar quieto e relaxado. Você precisa se movimentar para queimar a adrenalina, por isso, caminhe ou exercite-se nesse caso.

Outra atividades musculares. “Se não puder se movimentar, o melhor que tem a fazer é contrair e relaxa os músculos do corpo. Contrair os grandes músculos das coxas, em seguida relaxe-os bruscamente”. Essa espécie de contração e relaxamento rítmico ajudar a queimar a adrenalina

Como enfrenta uma crise de pânico 

Identificar a crise. “Se ocorre a crise de pânico, reconheça-a pelo que é, você acha já a teve antes, portanto sabe que não vai morrer. Você já passou por ela e pode passar de novo. O segredo é a aceitação”

Ser sensível a sim mesmo. “Os fóbicos costuma ser perfeccionistas e muito rígidos consigo mesmo, mas não deve ser assim”, pondera. Quando passar pelo seu tratamento á exposição (enfrentando o medo por estágios), tenha calma e paciência consigo mesmo. Dê credito a si mesmo porque você já se deu, mesmo que já se tenha desencadeado um caso.

Ir devagar comece lentamente, mas faça o tratamento de exposição todos os dias. Estabeleça metas: uma meta 8 semanas e depois de uma 16. Ao começar a lidar cada vez mais com sua fobia, ela ser torna condicionada. Por mais impossível que pareça e um fóbico, você voltará a fazer as coisas que uma pessoa normal faz. Acredite nela. Quando ligamos para ela pela primeira vez, para uma entrevista, nos disseram que “não estava em casa”.

Quando é hora de procurar um especialista

Ninguém saber ao certo o que causa a fobia. Alguns especialistas acreditam que seja de fundo exclusivamente psicológico. Mas as evidência parecem indicar, cada vez mais, que a base é mista: psicológica e biológica.

O que se sabe é que tende a apresentar padrão familiar: vários casos numa mesma família. Se um de seus pais foi predisposto á fobia, talvez você também o seja, não necessariamente á mesma. Muito vezes as fobia atingem pessoas com história de ansiedade, de separação e perfeccionismo.

Algumas são mais graves do que outras. Se a fobias interferir na sua vida, você deve procura auxilio profissional. Isso é tão crucial quanto a própria procura auxilio. “É importante que se recorre á ajuda de alguém que entenda de fobias”. Muitos fóbicos acabam indo de médico para médico e de hospital para hospital. Por isso, cumpre encontra um profissional especializado em fobias e em distúrbios ansiogênicosfobia-medo

Há muitos psiquiatras, psicólogos e psicoterapeutas que se indicam ao estudo das fobias. Outro ponto para não esquecer. As pessoas que sofrem de agorafobia não devem se sentir abandonadas por não conseguirem sair de casa. Os profissionais podem até atender-lhes em casa

Um problema do ouvido interno

Embora você ache que a sua fobia esteja no psiquismo, na mente, não está na mente, mas no ouvido interno. Para este psiquiatra e neurologista, co-autor, trata-se de afecções do ouvido interno. Enquanto tratava  seus pacientes desses problema do sistema auditivo, começou a perceber outras alterações. “Com o tratamento não só melhorava o problema do ouvido interno, mas as fobias”. Foi a sua singular formação em psiquiatra e neurologia que o levou a essa conclusão. “Um número significativo de meus paciente de meus pacientes com problema do ouvido interno também exibiam fobias idênticas ás que encontrava pacientes que tratava como psiquiatra”.

Depois de 20 anos de pesquisas em mais 20.000 pacientes que acredita que 90% do comportamento fóbico decorre de alguma disfunção do sistema acústico interno.

Os mecanismo no ouvido interno não estão funcionando corretamente, por exemplo, o equilíbrio é controlado pelo ouvido interno se não estiver funcionando corretamente, a pessoa talvez tenha medo de altura de cair ou de viagem.

Mas ele admite que seu ponto de vista seja minoritário. Apesar disso, milhares de casos bem-sucedidos não são de se deixar de levar em conta. O médico está convencido de que a consulta a um especialista em ouvido é valida.

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