Doenças e Tratamentos

Sintomas do Coração Diabéticos e Como Cuida

Porque as coisas que vamos contar soam como um alerta: uma em cada duas mortes entre pessoas com diabete é causada pela doença cardiovascular. Saiba como pode fazer para escapar dessa ameaça.

Digamos que, por ironia do organismo, o coração de quem tem muito açúcar correndo pelas veias não leva uma vida tão doce. É que o diabete, e o panteão de alterações que faz companhia á alta da glicose, semeia a discórdia nas artérias elevando o risco de infarto e outras mazelas cardíacas. Não por menos que a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Esta focando a combater a doença cardiovascular. “Querendo conscientizar essa população de que, além de ajusta a glicemia, ela precisa aderir a um pacote de medidas visando ao controle do peso, da pressão, do colesterol…”.

É uma alerta que deveria ser ouvido por muita gente. Estima-se que 10% dos brasileiros (mais de 20 milhões) tenham diabete e 90% dessa fatia conviva co tipo 2 do problema como ele pega carona na obesidade, as projeções indicam um crescimento nos números. “Diabetes é marcado por um processo inflamatório, que favorece a formação e a instabilidade das placas que entopem os vasos”.  Na verdade da pra encher um tratado com tanto fenômenos indesejáveis que ligam o tipo 2 da encrenca ao sofrimento do coração.

“A resistência á insulina que impede o uso adequado da glicose pela células atrapalha a dilatação das artérias, elevando a pressão”. O corpo do diabéticos tem uma maior tendência á formação de trombas”. Em conjunto essas pecinhas levam a um mesmo desenho uma artéria que irriga o músculo cardíaco é bloqueada e, sem suprimento de sangue, o coração sofre um infarto. Devemos lembrar ainda que muitas vezes, o diabéticos também tem gordura no figado e na barriga, apneia do sono, alteração de colesterol. É uma rede de fatores intrincada.

415 milhões de pessoas tem diabete no mundo hoje número que deve saltar pra 642 milhões em 2040

50% das mortes entre os diabéticos do tipo 2 vem de problemas cardiovasculares

12 anos é quanto encurta a vida expectativa de vida de alguém com diabete e alto risco cardiovasculares

1/3 do diabéticos desconhece que os problema do coração são os principal causa de morte entre eles.

10% dos brasileiros tem diabete. E atenção nesse grupo o infarto costuma ser mais silencioso

50% dos diabéticos do tipo 2 não alcançam a meta de controle da glicemia.

Sobrou para o coração. Por que o diabete complica tanto a vida do sistema cardiovascular.

Inflamou geral. A glicose dando sopa no sangue e a resistência á insulina propiciam um estado de inflamação, que favorece o surgimento de placas nas artérias.coração diabetico

Gorduras mil. Boa parte dos diabéticos tem muita gordura na barriga e no figado, fator associado a triglicérides e moléculas inflamatório á solta pelo vasos.

Sob pressão. Entre outra funções, a insulina relaxa as artérias. Quando ela não atua direito, há um déficit dilatação, e o que eleva a pressão dentro do vasos.

Sangue viscoso. Trombos capazes de entupir artérias se formam mais facilmente na circulação dos diabéticos. Isso porque há uma maior agregação de plaquetas.

Saída lá por baixo. Como atua o primeiro remédio para diabéticos capaz de baixo o risco cardíaco

1- Todo mundo tem uma proteína no rins SGLT2, que cada parte da glicose e do sódio que estava no sangue e a devolve á circulação, impedindo sua eliminação do corpo.

2- O medicamento empagliflozina inibe a tal da SGLT2, estimulado a saída de açúcar e sódio pela urina. Ele ajuda a domar a glicemia e traria ganhos ao controle do peso e da pressão.

A medicação de uso oral, faz a eliminar quase 80 gramas de glicose do sangue por dia, o que equivale a 300 calorias ou quase duas latas de refrigerante normal.

O diabéticos é inimigos notável do sistema de encanamento que distribui o sangue pelo organismo. Maltrata tanto artérias maiores, como as coronárias que abastecem o coração, como vasinho no fundo do olho. “Da pra supor que o paciente é diabético só de ver exame como o cateterismo dele”. Isso porque suas artérias se encontram mais tortuosas e apresentam lesões em vários pontos. “Por essa razão cirurgias de ponte de safena são mais efetivas do que nessa população.

Ocorre que o drama cardíaco não termina apenas em infarto. Anos de diabete fora de controle sobrecarregam o órgão, que não consegue mais relaxar a contento. Ai ele endurece literalmente e entra em estado de insuficiência, O quadro, conhecido como cardiopatia diabética, tem alta letalidade e cobra acompanhamento de perto. Mas saiba que o coração não preciso bater na corda bamba ou sob o temor de um ataque. Há um plano de ação para poupá-la do perigo e a ciência vem se aperfeiçoando nessa missão.

Pela salvação do peito. Não é fácil rever e muda o estilo de vida. Tenha em mente, porém que, em se tratando de diabete, os ajustes na rotina alimentação equilibrada, prática regular de exercícios, respeito ao sono, entre outros não se revertem apenas em um melhor domínio sobre os níveis de glicose. Eles ajudam remediar outros fatores de risco cardiovasculares que andam de mãos dadas com sinal do sangue doce, caso de excesso de peso. A sintonia com as orientações médicas e o esforço para aderir a comportamento saudáveis compensam. O coração sabe disso.

Nessas horas, também é comum (e necessário) que o profissionais peçam socorro a medicamentos. “O desafio da prevenção da doença cardiovascular entre os diabéticos é que não basta domar a glicemia. Temos de controlar a pressão, o colesterol e a formação de coágulos, o que pode exigir remédios diários para atuar nessas condições”. Não é uma delicia engolir uma porção de comprimido por dia, mas a tática amplia a expectativa e a qualidade de vida do cidadão. É recomendado o uso de estatina (droga que baixa o colesterol) a todo diabético acima dos 40 anos mesmo (acredite!) que ele não tenha taxas elevadas de colesterol ruim no sangue. Tudo argumenta-se, em nome da prevenção. diabeticos

O conceito de agregar fármacos, aliás, passa pelo tratamento do diabete em si. “Como estamos falando de um problema origem multifatorial precisamos agir em diversas frentes. Hoje é corriqueiro pacientes saírem do consultório com dois ou três tipos de medicamento prescritos”. Despontou há pouco primeiro remédio criado para frear a glicemia a demonstra efeito direto na redução do risco cardiovascular. Trata-se da empagliflozina, desenvolvida pela aliança Boehringer Ingelheim Eli Lilly, princípio ativo que aumenta a eliminação de açúcar pela urina. Em estudo com mais de 7 mil diabéticos do tipo 2 e alta probabilidade de infarta brasileiro no meio, a adição do comprimido ao programa terapêutico (que envolvia outras medicações) chegou a resultados expressivos. “Observou-se uma redução de 38% nas mortes por doenças cardiovascular e uma diminuição de 35% no índice de hospitalização por falhas cardíaca”. Foi registrado um único efeito adverso: leve aumento nos casos de infecção urinário ou genital. “Não se propõe substituir um remédio por outro, mas adicionar para melhora a resposta e minimizar o risco do paciente”. Somar e não se esqueça de botar bons hábitos nessa conta, é verbo que está ditando a proteção ao coração do diabético.

 

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